Acho que vou desistir.
Desistir de tentar desistir de você.
Cada vez que eu me afasto um pouco de você, você se aproxima de mim. A cada pedaço seu que tiro de mim, você descobre um jeito de colocá-lo de volta. Não importa quantas lágrimas eu derrube ou quantos amigos eu procure. No fundo eu sei somos, bem, nós.
Adoro nos classificar como nós. Em todos seus sentidos. Nós de eu e você. Nós de nó no plural. Somos algumas amarrações que adoram ser desamarradas e depois apertadas com um nó forte. Somos menos poéticos do que isso, mas essa é a definição que dou a nós.
Milhares de mensagens foram trocadas sobre o mesmo assunto. Toda vez eu digo que ninguém nos conhece tão bem como nós. Não há como saber por todos os males que passamos e por todos os sorrisos e gozos compartilhados em 8 (quase 9) meses.
Não dá pra explicar as vontades sem hora e lugar. E nem todas as sextas-feiras suadas e muito menos cada encontro para resolvermos algo. E também como seu colo e seus braços me acolheram e confortaram no momento mais desesperador da minha vida. Em como eu me desculpei pela camisa molhada de lágrimas e como naquele dia, você foi tudo que eu precisava.
Milhares de mensagens foram trocadas sobre o mesmo assunto. Toda vez eu digo que ninguém nos conhece tão bem como nós. Não há como saber por todos os males que passamos e por todos os sorrisos e gozos compartilhados em 8 (quase 9) meses.
Não dá pra explicar as vontades sem hora e lugar. E nem todas as sextas-feiras suadas e muito menos cada encontro para resolvermos algo. E também como seu colo e seus braços me acolheram e confortaram no momento mais desesperador da minha vida. Em como eu me desculpei pela camisa molhada de lágrimas e como naquele dia, você foi tudo que eu precisava.
Eu tenho um, dois, três.
Mas nenhum deles tem o bigode grande o suficiente pra eu enrolar enquanto jogo conversa fora e nem um cavanhaque em que eu passe minhas unhas compridas por para acariciar. Eles não precisam de alguma coisa no meio das pernas pra dormir abraçados e não me fazem virar sanduíche quando só a minha perna não é o suficiente.
Percebi esses dias que os três juntos não dão o tom da sua cor e o jeito que você sorri. Que nenhum toca guitarra, violão, baixo e bateria e reclama de dor no pescoço depois de um mosh pit. Estranhei como o conforto dos seus braços não chegam ao que eu tenho quando eu entrelaço o meu no seu.
Um, dois, três.
E nenhum me faz gritar.
Um, dois, três.
Nenhum é você.
Mas nenhum deles tem o bigode grande o suficiente pra eu enrolar enquanto jogo conversa fora e nem um cavanhaque em que eu passe minhas unhas compridas por para acariciar. Eles não precisam de alguma coisa no meio das pernas pra dormir abraçados e não me fazem virar sanduíche quando só a minha perna não é o suficiente.
Percebi esses dias que os três juntos não dão o tom da sua cor e o jeito que você sorri. Que nenhum toca guitarra, violão, baixo e bateria e reclama de dor no pescoço depois de um mosh pit. Estranhei como o conforto dos seus braços não chegam ao que eu tenho quando eu entrelaço o meu no seu.
Um, dois, três.
E nenhum me faz gritar.
Um, dois, três.
Nenhum é você.
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